Agora estou bem, tudo bem =D

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Stereoscope - Radio 2000 (2003)Stereoscope – Radio 2000 (2003)(Bem)vinda diretamente do Pará, a Stereoscope é uma banda que traz à tona o bom sentimento de Jovem-Guarda musical, e isso é uma delícia! Já a escuto há algum tempo, sempre apreciando as melodias simples e bem encaixadas deste álbum que, sem dúvida alguma, quero sim recomendar. Boa música para ser ouvida a qualquer tempo, em qualquer momento. De acordo com seus integrantes (Marcelo Nazareth, Daniel Pinheiro, Ricardo Maradei e Jack Nilson), tiveram como influência Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Paulo Sérgio, Júlio César Ribeiro, entre outros.

Uma certa melancolia nos toma ao ouvirmos “Eu envelheço“, “Felicidade azul” e “Antigos carnavais (boas festas)“. Embora o álbum não tenha sido gravado em condições ideais, de acordo com eles mesmos, pessoalmente acho o melhor de sua discografia até então. Talvez estas condições não-ideais tenham contribuído para a estética jovemguardista que permeia cada faixa do álbum, que pode ser escutado na íntegra no site da Trama Virtual (clique aqui para a página da banda).

Bem, vou ficando por aqui. Sintonizem agora mesmo essa rádio (2000.. hehe)! Aquele abraço!

Os cowboys do inferno! o.O

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Pantera - Cowboys from Hell (1990)

Pantera - Cowboys from Hell (1990)

Êa! Saudações, vis humanos como eu! É tempo de reverenciar os deuses da música, da guitarra e dos riffs de guitarra, afinal Cowboys from Hell (Pantera) é o tipo de álbum que não pode ser enquadrado como novidade, mas vive (It’s @live!!) sendo atraído pelos mais diversos dispositivos sonoros existentes. Torna-se impossível não arrepiar os pelos do corpo ao ouvir os surpreendentes riffs de guitarra criados por Dimebag Darrel em músicas como Cowboys from Hell, ou sentir uma incomparável necessidade de “benguear”/”bater cabeça” ao escutar a Primal Concrete Sledge. Cuidado para não destruir alguma coisa em casa ao ouvir em alto volume!

É apenas o quinto disco da banda, gravado em 1990, no Texas. Ê discasso duc@r@i! Esse merece alguma centena de milhares de aplausos! Não deixe de ter esse disco em sua coleção, aconselho! E ouça sem moderação!

Até a próxima! \m/

Long live rock’n’rolls!

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Rock Sugar - Reimaginator (2010)

Saudações a todos! Depois de alguns meses sem um pingo de post, retorno com uma antiga “descobrida”. Essa banda é pra mexer mesmo com paixões… hehehe… Ame, odeie, ou tenha descaso… Por que? Porque o Rock Sugar, banda de Los Angeles, resolveu brincar com coisa séria: Misturar clássicos do rock com suas músicas glam’s. Verdade! Basta ouvir a primeira faixa do álbumReimaginator, chamada Don’t stop the sandman, que os primeiros riffs de guitarra já trazem à lembrança Enter the sandman, do Metallica. E, quando você acha que está tudo indo muito bem, lá vem a musiquinha glam “comendo no centro”. Mas esta é tão somente a primeira faixa! Muitas surpresas estão impressas no restante do álbum. Ninguém escapa… E eu não quis que escapassem mesmo, afinal, a diversão é garantida! Recomendo muitíssimo!

Até breve!

Uh-jááááá..

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Bei Bei & Shawn Lee - Into the wind (2010)

Saudações, internauta! Venho aqui, a ti, apresentar esta instrumentista fabulosa, chamada Bei Bei He. Não encontrei muita literatura sobre ela e seu instrumento para falar com mais propriedade, mas vamos lá… Bei Bei é chinesa, toca Gu Zheng (instrumento) desde os 7 anos, é produzida por Shawn Lee, que já trabalhou com o Rush, The Dust Brothers, Jeff Buckley, participou em trilhas para os CSI Miami, Lost, Desperate Housewives, Nip Tuck, Ugly Betty, et cetera… Acabou por se juntar com Bei Bei e lançaram o disco Into the wind. Num lounge pra lá de delicioso, a dupla me propiciou um momento de deleite particular, em que só o céu pode captar, e preencher meu humilde lar com sua música transcendental…

 

Para não dizer que não falei das flores, segue abaixo um dos links no youtube para dar uma espiada no trabalho da dupla. Vale a pena conferir e desfrutar bons momentos, regados a uma boa música que vem do lado de lá.

Inté mais!!

Ps: Por cobranças externas, e vergonha-na-cara, irei procurar postar ao menos um vídeo youtubático sobre os projetos musicais que tenho postado aqui, para que se possa haver identificação, pré-julgamento, et cetera, et cetera, et cetera…

Que mais falta? o.O

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All That Remains - The Fall of Ideals (2006)

“Emos, convertei-vos!”

Este foi meu pensamento ao escutar pela primeira vez o terceiro álbum “The Fall of Ideals” da banda All That Remains. Mas por que digo isso? Bem, vamos lá… Imagina você escutando um álbum e lembrando de bandas do tipo Pantera, Cradle of Filfh, Morbid Angel, e, de repente, lembrar também de Linkin Park, 30 Seconds to Mars, Five for Fighting, e outras… Pois é… Pode esperar que você irá encontrar todos estes elementos nas faixas deste álbum. Um bom caminho para mostrar, àquele emo, aqueles vocais e melodias bonitinhas que se escuta em soundtracks de blockbusters, tal qual Spiderman 1,2 e 3, e, de repente, apresentar-lhe aquele vocal gutural infernal misturado com aquela bateria a la “eta fio do cabrunco”.

Logo em sua primeira faixa, a This calling, traz em sua veia os elementos do brutal metalcore e de melodic-metal.

Esta banda originou-se em Massachusetts, e tem como um dos fundadores o vocalista Phil Labonte, do Shadows Fall. Conta ainda com Mike Martin (guitarrista base), Oil Herbert (guitarra solo), Jeanne Sagan (baixo) e Jason Costa (bateria) (ex-Diecast). Vale a pena dar uma ouvida (e converter um emozinho para os caminhos obscuros do verdadeiro metal! hahahahaha) =p

Hugs, hugs! Inté breve!

Yeah! Yeah! Hellyeah! \m/

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Hellyeah - Hellyeah (2007)

Há alguns meses atrás, conheci uma banda de southern metal chamada Hellyeah! Muito boa por sinal… Particularmente, curti bastante primeiro álbum da banda, auto-intitulado, de 2007. Não foi por acaso que a bateria me soou como algo conhecido… Pantera… Sim! O baterista da Hellyeah é Vinnie Paul, do Pantera. Incrivelmente este álbum foi gravado em apenas um mês (sim senhor!). Os outros integrantes são: Chad Gray (nos vocais) e Greg Tibbett (guitarra) (ambos do Mudvayne), Tom Maxwell (guitarra) (do Nothingface) e Bob Zilla (do Damageplan) (baixo). Time de responsa!

Um bom som para se “bater cabeça” e curtir aquela “pegada” americano-sulista-de-metal. Para quem curte o style, muito provavelmente há de se deliciar com os 44 minutos de músicas da banda. Recomendo!!

Um abraço!!

Extra! Extra! Quebraram sinos em 2010!

Broken Bells - Broken Bells (2010)

Hoje assisti, mais uma vez, o filme Up! Altas aventuras. Uma palavra é bastante usada durante o mesmo: Explorador.  E explorando o mundo musical que a web me permite, encontrei este álbum que vale a pena ter 37 minutos de apreciação. Desta forma, resolvi compartilhar o prazer da minha nova descoberta, esperando que outros possam, também, ter prazer semelhante ao escutar este álbum.

Brian Joseph Burton (também conhecido como Danger Mouse) é integrante do grupo Gnarls Barkley, e juntamente com James Mercer, lançam neste ano de 2010 o álbum Broken Bells, que dá nome ao grupo. Desde 2008 os dois já haviam iniciado o percurso que daria forma a este álbum, embora já se conhecessem desde o Festival de Roskilde, na Dinamarca, em 2004. Até a presente data, este álbum tem tido bom reconhecimento por parte dos críticos musicais nos mais diversos países.

Por enquanto, só eu mesmo me “dei a idéia” de ouvir este álbum. Então como estarão se posicionando os críticos musicais brasileiros em relação a este disco? Se é que estão se posicionando, mas… Deixa quieto…

Sugiro para os tripulantes de primeira viagem a assistirem o videoclip da música The High Road, no youtube. E bon voyage!!

Just take five, only five…

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Antonio Forcione & Sabina Sciubba – Meet me in London (1997)

Uma voz feminina muito sensual e um violão bem tocado. Para os amantes de uma boa música, eis então que surge um álbum da parceria do violonista italiano Antonio Forcione e a única mulher da banda Brazilian Girls, Sabina Sciubba.

Meet Me In London é um disco que deve – repito, deve! – ser escutado. Não, não é um disco de composição próprias. Reúnem-se aqui clássicos do jazz, pop e outras consagrações musicais, como Take Five (Dave Brubeck Quartet) e Caruso (quem é o autor?). Confesso que foi a primeira vez que ouvi uma versão cantada de Take Five. E muito bem interpretada! Sou feliz em ter uma amiga como Maria Gabriela, por ter me apresentado este álbum.

Este maravilhoso disco de 1997 é, sem dúvidas, o tipo de obra que vale muito a pena passar algum tempo, em frente a web, caçando. Garanto que valerá cada instante de gozo, em meio a intimidade dos momentos de qualquer amante!

Até breve!

O livro das sombras!

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Zakk Wylde - Book of shadows (1996)

Qual seria uma boa trilha sonora escolhida para o deleite de cortar uma auto-estrada nordestina, durante o entardecer, enquanto a confusão de cores quentes se espalha no interior de seu carro e você aprecia o sorriso de uma bela garota ao seu lado? Bem, obviamente cada um de nós faz alguma peculiar escolha, mas a minha escolha particular advém de uma experiência já vivida, e digo com certeza: O disco Book of shadows (livro das sombras) do guitarrista Zakk Wylde! Posso garantir – e com propriedade! – que as imagens de algum clássico cinematográfico fazem um perfeito casamento com a descrição “on the road” previamente citada. Àqueles apaixonados por motos, basta substituir o tipo de automóvel utilizado para cruzar o percurso.

Zakk Wylde, para aqueles que não sabem de quem se trata, é o guitarrista do Black Sabbath e do seu projeto particular Black Label Society. Neste trabalho solo, Zakk imprime um clima acústico, com aquele feeling sulista que se espalha por todo o disco. Lançado em 1996, muitos aclamam como melhor obra de sua carreira.

Como sugestão, recomendo a audição da música Road Back Home. Facilmente pode ser encontrada no youtube. O fim de tarde e uma rede bem aconchegante caem como uma luva para um completo deleite.

“Tell me where am i now (Oh-o) / Why, where and how / Show me the road back home” (Diga-me onde estou agora / Porque, onde e como / Mostre-me o caminho de volta para casa)

Até breve!

 

Uma curiosidade: A música Throwin’ It All Away surgiu por ocasião do falecimento de Shannon Hoon, vocalista da banda Blind Melon. Zakk e Shannon tiveram uma grande amizade poucos meses antes de uma overdose ter matado o vocalista do Blind Melon.

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